Dentre os 15 selecionados por mim, vocês escolherão 5 e estes irão para a 2ª fase para, de fato, resolvermos os vencedores, ok? Até domingo seleciono os pré-indicados!Até a próxima! =D
Dentre os 15 selecionados por mim, vocês escolherão 5 e estes irão para a 2ª fase para, de fato, resolvermos os vencedores, ok? Até domingo seleciono os pré-indicados!
A sinopse do filme é aparentemente simplória. Há um médico que trabalha num campo de refugiados na África que divide seu tempo entre tal atividade e seu filho. Ele, por sua vez, é uma criança por volta de 10 anos que sofre bullying no colégio, até um dia que um garoto recém-chegado na turma e de mesma idade, o ajuda, batendo e quase cegando o agressor. A partir daí, uma amizade cresce entre os dois, desenvolvendo de forma bem interessante cada uma das famílias e tendo como pano de fundo o tema da violência nos dias de hoje.
Até onde devemos aceitar a violência sem revidar? Como dito no filme, a retribuição da violência é o que causam as guerras. E é com base nessa frase e neste pensamento, a história se desenrola. Numa saída em que o médico está com seu filho e com seu novo amigo, ele acaba levando um tapa na cara sem nenhum motivo, mas este não revida, ensinando a passividade para os filhos que acabam o repreendendo, achando na violência uma mlhor solução para aquilo. Desta forma, eles acabam buscando se vingar de algum jeito, tendo conclusão tipicamente trágica.
Considero a direção caprichada como um dos maiores méritos do filme. Ela faz com que prestemos atenção por todo o filme e nos conduz da melhor maneira possível. Somos levados a pensar nesta interessante história alegórica sobre a violência e suas consequências.
Os atores também tem grandes méritos e levam o filme com perfeição. Destaco aqui o jovem William Johnk Nielsen que merecia, por baixo, uma indicação ao oscar. Ele consegue demonstrar as razões de sua atitude e ir da tristeza infantil ao desejo louco de vingança sádica com naturalidade de mestre. Ele interpreta o amigo do garoto “bullinado”. Destaque especial também para Trine Dyrholm que faz de forma super natural e realista a mãe do dito “bullinado”. Principalmente ao término somos assombrados por uma atuação fantástica. Mas todos, sem exceção, estão bons.
A ironia do título, mediante o que é desenvolvido, é fantástica. Por ser um filme consideravelmente profundo, acredito que alguns não concordarão com sua ideologia e acharão exagerado ou algo assim, mas vale a pena assistir. Pode ser um pouco lento por vezes, mas jamais arrastado. Não sei se merecia os prêmios, pois ainda não vi todos, mas é um filme que com certeza é digno de ser premiado.
NOTA: 8,0
Bem, alguns aspectos ficaram fixos na minha mente e me aborreceram bastante para ser sincero. Inicialmente não posso deixar de falar da patética edição inicial do filme. Começa com a Natalie Portman e sua equipe procurando por certos fenômenos e acabam atropelando alguém no meio do evento. Aí resolvem voltar no tempo para “descrobrimos” o óbvio: O atropelado era o Thor. E depois da explicação (visualmente PERFEITA, efeitos visuais, sonoros, direção de arte, fotografia e maquiagem PERFEITOS!) voltamos aos pesquisadores no deserto! Pergunto: Pra que? Não faz sentido. A edição que Tarantino gosta de usar tem que ter uma finalidade e não aparecer por um desejo patético de parecer intelectual ou ficar “bonitinho”. Além disso, acho que ficaria muito mais interessante contando a história da guerra em si.
O roteiro jamais sai do óbvio e clichê, de forma que desde o princípio imaginamos o andamento da produção. O romance da história é um dos mais patéticos que vi nos últimos anos. Sem química e muito mal desenvolvido, apelando para cenas e momentos pífios. Mesmo Natalie Portman não consegue salvar. Tudo que se relaciona com ele parece forçado e uma desculpa para existir, satisfazendo os desejos mercatológicos de uma típica megaprodução. Além disso, muitas cenas de ação não empolgam muito e por outras parece aborrecido.
Mas acredito que muitos irão gostar do filme pelas cenas de ação extremamente bem feitas. A cidade de Asgard é criado com requintes de perfeição. Fica como ponto positivo a alusão a Tony Stark no meio da produção, esta simples cena consegue fazer um arco histórico com as outras produções da Marvel. Resumidamente, é um filme que tem uma história óbvia, um romance forçado, momentos sem graça, mas que é estupendo na parte técnica. Indicação ao oscar em efeitos visuais já é certo.
NOTA: 5,5
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Ao invés de postar no domingo, deixei para segunda já que ontem estava sem pc... :(
Espero que tenham gostado, comentem, me critiquem, fiquem a vontade!xD rsrss!
Té a próxima!
Depois de Batman:the dark knight eu passei a esperar um pouco mais de filmes de super-heróis,eis então que chega o primeiro grande filme do gênero esse ano,THOR. Apesar de não chegar aos pés da obra-prima de Nolan também não é de todo mal,se bem que se tirassem metade do filme a qualidade aumentaria bastante.


Kevin Kline está simplesmente soberbo numa atuação contida, realista e tocante. Até mesmo Hayden Christensen está sensacional, acreditem! Ele consegue mostrar a mudança da personagem com perfeição, tendo aquelas cenas puramente emocionantes e, digo, perfeitas e geniais. Ambos mereciam, no mínimo, uma indicação ao oscar e Hayden poderia até ganhar que eu ficaria muito feliz.
O outro filme é o vencedor de 5 oscar "Kramer vs. Kramer" com Meryl Streep e Dustin Hoffman. O filme conta a história de família que desmorona quando Streep resolve sair de casa e abandonar seu filho de menos de 6 anos e seu marido (Dustin). Assim o pai tem que se desdobrar em vários para criar seu filho, se prejudicando no emprego e na vida social. Mas depois de 15 meses, Streep volta querendo a custódia da criança. O bom é que é um filme sem mocinhos e vilões. Cada qual tem seu motivo para tomar cada atitude! Méritos para o roteiro!
Outro elenco genial, o que me faz pensar que neste tipo de história o mais importante é, além de tudo, o elenco. Nesta obra aqui, Meryl Streep ganhou o primeiro dos seus 2 oscar. O próximo seria ganho 3 anos mais tarde, em 1982, por "A escolha de Sophia" e seu 3º é esperado já a 29 anos e a 11 indicações, rsrs! Hoffman também levou seu 1º aqui. E é deste filme também o ator mais novo indicado ao oscar: Justin Henry de apenas 7 anos. Acreditem, ele mereceu. O garotinho humilha e fica no mesmo nível das lendas hollywidianas Streep e Hoffman. Além do elenco, a história, por investir quase 100% no material humano, tem méritos ímpares.
Enfim, fica a dica! Se você tiver afim de ver uns filmes para chorar e uma história familiar estas são 2 pedidas boas. De agora em diante começarei com este tópico "Fica a dica" sobre filmes que, na minha concepção, valem a pena serem vistos. Assim tenho a possibilidade de falar de filmes mais antigos, já que prioritariamente, falamos mais de lançamentos ou filmes deste tipo.
Antes da análise vou só comentar que por não ter tido análise semana passada vai ter 2 na semana que vem uma na segunda e outra na quarta,na outra semana volta ao normal uma análise por sexta-feira.
Eu particularmente gosto muito de Clint e ao menos simpatizei com todos os seus filmes que já vi, até mesmo com as suas produções mais recentes que são encarados com maus olhos por alguns, como "A troca", "Gran Torino" e "Invictus", mas com este aqui a história é diferente. Achei um filme bastante lento e arrastado que carrecia de uma história mais profunda, especialmente por tratar deste tema que poderia ser muitíssimo emocionante. O que acompanhamos por mais de longas duas horas são 3 histórias, aparentemente sem ligação,(grande clichê) que começa a se encontrar devido a assuntos relacionados a morte e afins.
Alguns dos problemas destes filmes que mostram várias histórias separadas que acabam se juntando por algum motivo são: Algum dos focos contados ser chato e não ter uma razão um pouco elaborada para os personagens estarem compondo um mesmo filme. O problema é que ambos estão fortes no filme. Nenhum dos 3 focos são realmente interessantes e não soa bem os 3 juntos. Além disso o romance que aparece na história parece forçado e uma desculpa fraquíssima para juntar as personagens.
Enfim, não é um filme chato, mas que não é bom, definitivamente. É aquele filminho água com açucar que enjoa pela longa duração e incomoda por certos clichês e é triste que isto veio do genial Clint Eastwood, diretor de filmaços como "Menina de ouro", "Os imperdoáveis", "Cartas de Iwo Jima" e "Sobre meninos e lobos".
Fiquei feliz com o resultado que premiou um dos filmes que mais gosto e que fica no TOP 10 dessa década para mim. O filme realmente tem um visual até, talvez, exagerado, mas tudo no seu devido lugar confere um tom e status digno de nota de perfeição.
O vencedor do famosíssimo "FAB Awards" foi praticamente esnobado no oscar, tendo sido indicado apenas pela assustadora atuação de Ellen Burstyn que acabou perdendo para a apenas boa Julia Roberts em "Erin Brockovich".